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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Como escolher a escola do seu filho

Lucas e Luysa(fotos:jluiz)
Em época de rematrículas e final do ano letivo, questionamentos como “É melhor escolher uma escola perto de casa?”, “Devo optar por um sistema mais tradicional ou acompanhar a modernidade?” são comuns na hora de decidir a primeira escolinha do filho ou quando os pais decidem trocar a criança de colégio. Mas, o que os pais devem levar em conta nesse momento? O pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz e criador do portal Pediatria em Foco (www.pediatriaemfoco.com.br) esclarece itens importantes no momento da escolha.

Existem escolas que dão prioridade às atividades extracurriculares, estimulando a curiosidade e o gosto por aprender, a cidadania e a independência. Outras priorizam o conteúdo, indo além do que é proposto pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC).  É importante ter em mente essas linhas para optar por uma boa educação para os filhos e de acordo com as expectativas dos pais.

“Geralmente, as propostas das escolas podem seguir três linhas distintas: a tradicional, a lúdica e a socioconstrutivista. Na tradicional temos como ponto forte o cumprimento de regras e a disciplina. Na lúdica, o objetivo maior são as brincadeiras, as chamadas atividades extracurriculares. E no último exemplo dá-se uma educação mais voltada para o planejamento das atividades de aprendizagem e a defesa de valores nacionais”, explica Reibscheid.

Além do método da instituição é fundamental prestar atenção na segurança do ambiente. Verifique se a escola tem corrimões nas escadas, se opta ou não por rampas e com relação ao armazenamento dos produtos de limpeza fora do alcance das crianças. A estética do espaço também pode dizer muito sobre ele. Cores em harmonia, jardins, solários, além de banheiros e trocadores em lugares estratégicos.

Com relação às turmas, de acordo com o Conselho Nacional de Educação, cada professor deve cuidar de no máximo oito crianças com idade de até 2 anos.  Até os 3 anos de idade se recomenda um professor para cada 15 alunos e 20 crianças de 4 a 6 anos.

“Outro fator importante está relacionado à alimentação da criança. Escolas que oferecem lanches ou almoço devem contar com o auxílio de um profissional da área de nutrição. Essa opção é válida para pais que pretendem manter os filhos na escola em tempo integral”, alerta o pediatra.

Quando as dúvidas dos pais se referem à troca de escola é indispensável saber que crianças até os 5 anos criam vínculos com as pessoas e com o ambiente em que vivem. Caso a família decida fazer a mudança, deve-se respeitar o tempo de adaptação da criança ao novo método e aos novos colegas. O ideal na fase pré-escolar é mudar somente no caso de a criança não gostar do local ou se os pais se sentirem insatisfeitos sobre itens essenciais.

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