CLICK AQUI

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Cadeia Pública de Mamanguape: Diretor, nega que detento tenha tido acesso à arma e, confirma está sendo vítima de armação



“Nós já havíamos pedido à realização do pente-fino dia 09 de maio, às 15h. A informação que tínhamos era que, havia um celular ou, mais de um, dentro das celas”, adiantou Luis.
O diretor da Cadeia Pública de Mamanguape, Luis Gomes, participou do programa Rádio Repórter da Correio do Vale FM, na manhã desta sexta-feira (10) para esclarecer o encontro de uma espingarda calibre 12 em uma dispensa onde são condicionados os alimentos da unidade prisional, motivo esse que tomou conta do noticiário paraibano.
De acordo com o diretor, em nenhum momento o preso Reginaldo Alves (vulgo Papito), 40 anos, teve posse da arma, e, por se tratar de um apenado que trabalha na cozinha, sempre que era preciso pegar algum alimento, era supervisionado pelos agentes penitenciários, que, abria e depois fechava o cômodo. “Inclusive essa era uma situação que já vinha desde a administração anterior, cerca de dois anos e poucos meses”, disse.
Ele adiantou que foi solicitado já há algum tempo, uma reserva de armamento ou, um armário apropriado para a guarda de arma de fogo, mas que, ‘por limitações do sistema prisional isso ainda não aconteceu’.
Luis Gomes também apresentou documento que pede a remoção da espingarda 12 para revisão, segundo ele, a arma não funciona e não ficava carregada.
O diretor frisou que, quem solicitou a revista foi à direção da Cadeia. “Nós já aviamos pedido à realização do pente-fino dia 09 de maio, às 15h. A informação que tínhamos era que, havia um celular ou, mais de um, dentro das celas. Então, o objetivo principal dessa operação era a localização desses celulares”, argumentou Gomes.
Ainda na revista, foram descobertos três buracos que, possivelmente, no futuro, serviria para uma possível fuga. “Nossa estrutura é muito antiga, é do tempo em que as casas eram construídas a base de barro, basicamente barro, tijolo e água”, esclareceu.
O que chamou mais atenção na entrevista foi quando o diretor afirmou que estava sendo vítima de uma armação. “Não precisa ser muito inteligente, nem muito malicioso, nem ser do meio, pra chegar a essa conclusão. Tem gente procurando alguma coisa, inventando algo. Não estou ali para agrado de ninguém, mas, para fazer o meu dever”, finalizou.
J.Luiz com pbvale

Um comentário:

  1. Quero agradecer ao JLuiz pelo espaço e dizer que A VERDADE PREVALECERÁ. Até porque uma história que um diretor de um presídio entrega uma arma como uma espingarda .12 a um preso para que ele ameace agentes, apenados e a ele mesmo, já que não trabalho armado, é no mínimo, ridícula, pra não dizer tendenciosa...
    Tenho um nome a zelar, sou um homem honrado e filho de gente honrada, não mancharia o meu nome e o do meu pai por causa de algo tão sem pé nem cabeça quanto isso.
    Só não vê quem não quer.
    muito agradecido pela atenção.

    Luiz Gomes Borges

    ResponderExcluir